EB1 das Bardeiras

Sunday, July 02, 2006

Se eu fosse um mágico.

Se eu fosse um mágico, tudo o que via à frente podia mudar.
Por exemplo, se eu visse, um carro de brincar podia-o mudar, para uma carrinha de brincar porque era mágico.
Os mágicos vão ao circo e as pessoas gostam muito, porque pensavam que é verdade.
Os mágicos têm de ser muitos espertos para fazer magia.

Miguel Pedras
10.2.2006

Se eu fosse um gigante.

Se eu fosse um gigante ajudava os outros humanos a carregar pedras grandes para fazer casas e mais coisas. Se eu fosse um gigante tinha de ter cuidado com as pessoas para não as pisar.

Fábio Pedras
10-2-2006

Se eu fosse um feiticeiro.

Se eu fosse um feiticeiro era muito mau.
Eu tenho um castelo enfeitiçado e uma mulher, 5 filhos e 8 filhas.
As pessoas na cidade eram muitos maus e fazíamos magia.
Tínhamos 50 tios, 50 tias, 60 primos, 80 primas, 20 madrinhas, 20 padrinhos, 5 avôs, 5 avós. Eu um dia percebi que tinha de ser amigos de todos.


Filipe Glória
10/2/2006

Se eu fosse uma fada.

Se eu fosse uma fada transformava as pessoas más em rãs.
Eu brincava com os meninos, dava-lhes o que precisassem e todos os dias íamos fazer um piquenique com eles.
Eu punha as pessoas doentes boas e não as deixava morrer.

Helena Moita
10-2-2006

Se eu fosse o génio da lâmpada.

Se eu fosse o génio da lâmpada queria realizar três desejos que eram: o euromilhões para o meu tio, encher a despensa e ter uma mota para o meu pai.
Se eu fosse o génio da lâmpada acabava com a fome, com a guerra e com a miséria.
Se eu fosse o génio da lâmpada eu vivia na lâmpada mágica e se calhar eu não gostava porque viver ao ar livre é mais bonito e tinha amigos para brincar.

Diogo Pinto
10-2-2006

Se eu fosse bailarina

Eu se fosse uma bailarina tinha de treinar muito e eu tinha de ter uns sapatos próprios para dançar e um vestido também próprio.
Eu dançava melhor que a minha mãe e por isso eu era a bailarina mais bonita e cheia de talento.
Há uns bonecos na televisão que falam sobre a vida de uma bailarina e esses bonecos chamam-se “Angelina bailarina”.
Eu também gostava de dançar com uma fita.


Micaela Pacheco
10-2-2006

Era uma vez um gato que bebeu tinta azul.

Era uma vez um gato que bebeu tinta azul e, pensava que era água.
Depois houve um casal Vimieirense que o queriam, para fazer companhia á gata deles de todas as cores.
O gato azul fugiu para não ir prá casa do casal porque esse casal batia nos animais e batia na gata de todas as cores.
O gato azul estava apaixonado pela gata de todas as cores.
No dia seguinte foice encontrar com a gata de todas as cores.
Depois fugiram e viveram felizes.


Helena Moita
Fevereiro-2006

Era uma vez um gato azul que se chamava o azul.

Era uma vez um gato azul que se chamava o azul. Sabem porque é que se chama o azul?
- Não!
- Porque bebeu água azul e também havia gatos amarelos e vermelhos.
Um dia o azul teve uma namorada e tiveram filhos: gatos azuis e gatos verdes.
E viveram felizes para sempre.
E depois foi mostrar o lago aos filhos.

Jorge Pacheco
Fevereiro/2006

Era uma vez um gato azul.

Era uma vez um gato azul. Ele chamava-se Blue porque ele era azul.
O gato esteve a beber água mas no fim a água era tinta azul escura.
O gato disse:
- Oh! Não. Não pode ser, eu estou azul-escuro. Enganei-me, isto não é água, mas sim tinta.
Disse o gato azul:
- Eu não sou um cão mas sou um gato azul.
- Vocês têm pena de mim cães grandes.
Disse o gato azul:
- Não, não temos pena de ti gato azul.
Disseram os cães grandes.
- Eu não sou como vocês que comem carne, roubam a carne e depois comem-na e fogem.
- Eu não quero conversar contigo.
- Nem eu contigo.
Ficaram zangados para sempre.


Micaela Pacheco
Fevereiro 2006

Era uma vez um gato azul

Era muito guloso para sardinhas e uma vez um barco ia descolar e o gato era esperto e ás escondidas foi para o barco e o barco foi-se embora e o gato era de um menino que se chamava Ricardo. O Ricardo viu o barco descolar e veio para casa e ia brincar com o gato e chegou á gaiola, o gato não estava lá.
E foi perguntar á mãe se tinha visto o gato e a mãe disse:
- Não.
Os pescadores já tinham apanhado uma rede de peixes e os pescadores tiravam peixe, um a um, e o gato comia tiravam outro, o gato comia.
E o senhor disse:
- Vai para a cidade.
O comandante disse:
- Ok, chefe.
Chegaram à cidade e iam para descarregar o peixe não estava lá e o gato fugiu com medo de o apanharem.
E o gato chegou a casa e o menino viu e foi logo brincar com o gato.

Miguel Pedras
Fevereiro 2006

Era uma vez um gato azul

O gato azul que andava a passear nos arredores do bairro.
A vizinha Joana mandou um balde de tinta azul e a tinta acertou no gato.
Não há gatos azuis, este só ficou azul porque a vizinha lhe atirou com o balde de tinta azul.
Só há gatos brancos, pretos, castanhos, cinzentos, amarelos e malhados.

Diogo Pinto
Fevereiro 2006

Era uma vez um gato azul.

Era uma vez um gato azul. O gato não tinha amigos. Um dia viu um cão e o gato disse para ele brincar o cão ficou zangado e disse que não queria. Um dia o gato viu um pássaro e disse ao pássaro:
- Ninguém quer brincar comigo.
O pássaro disse:
- Porque tu és azul e eles não gostam de ti.
Um dia o pássaro pintou o gato de cinzento e o cão queria brincar com o gato e não era só o cão que brincava com o gato, era muitos mais amigos como o pássaro.


Fábio Pedras
Fevereiro 2006

Era uma vez um gato azul

Era uma vez um menino que tinha um gato azul.
Um dia fugiu para muito longe.
E o menino ficou triste.
A mãe disse:
- Nós vamos encontrar.
E depois, no outro dia o gato azul voltou e o menino ficou feliz.

Filipe Glória
Fevereiro 2006